Diagnóstico Através da Iris
Por traduzirem as emoções e os sentimentos de qualquer pessoa, os olhos são considerados a janela da alma. Mas eles não revelam apenas os anseios e emoções do homem. Por meio de uma ciência de nome bastante estranho, é possível analisar as condições em que a saúde de uma pessoa se encontra. Trata-se da Iridossomatologia.
Além de avaliar a saúde no âmbito físico, psíquico e imunológico por meio do olho, esta ciência contribui bastante para a prevenção de possíveis doenças que uma pessoa é predisposta a contrair.
No âmbito físico, ela identifica os órgãos de menor resistência e as mudanças que estão ocorrendo no sistema orgânico. No âmbito psíquico, detecta as emoções que geram toxinas e debilitam o organismo e, no âmbito imunológico, avalia os níveis de vitaminas e minerais no organismo, interpretando a necessidade de sua suplementação. Isso acontece pelo fato de os olhos estarem ligados ao cérebro e, ao mesmo, conectados a uma rede de nervos que se comunicam com todas as partes do corpo. Deste modo, recebem estímulos internos que são gravados nas fibras da íris.
A Iridologia Moderna ou Iridossomatologia é um Sistema idealizado pelo Prof. Gauer, brasileiro que propôs o estudo das funções orgânicas através do estudo de 15 vetores localizados em 7 círculos concêntricos na íris.
Através de uma foto da íris, retirada por uma máquina digital equipada com um iridophoto, o iridossomatologista investiga as origens das doenças, sejam elas físicas ou psicológicas. Os sinais impressos nos olhos nos fornecem um histórico do funcionamento do organismo e revelam o zelo que o cliente vem dispensando ao seu próprio corpo.
Com a realização de um bom diagnóstico, utilizando todos os recursos da Iridologia Moderna é possível reconhecer os sinais na Íris, avaliar as funções orgânicas, dentro de uma nova visão de análise moderna, avaliar o nível das reservas de vitaminas e minerais e interpretar a necessidade diária de suplementação, bem como confeccionar a formulação de acordo com as necessidades de cada cliente. Os desequilíbrios do organismo se manifestam através da Íris e, se bem interpretados, podem evitar o surgimento diversas patologias.
A Iridossomatologia é o único sistema de irisdiagnose capaz de medir a saúde do cliente em números, fornecendo um laudo com uma nota de saúde. Essa metodologia possibilita a classificação da saúde através de uma carta topográfica fisiológica (mapa) do olho que possibilita constatar quais órgãos estão em desequilíbrio e, consequentemente, qual a raiz do problema (causa). A grande procura pela iridossomotologia se dá por diversos fatores, dentre eles o econômico, além da sua praticidade e dos excelentes resultados apresentados.
O diagnóstico iridossomatológico pode ser feito em pessoas de todas as idades, sendo que um dos requisitos considerados para a elaboração de uma Recomendação Terapêutica eficiente é exatamente a idade do cliente.
Além de recompor o organismo do cliente com a recomendação de vitaminas e minerais, o Terapeuta Holístico faz uso dos recursos de outras terapias para tratar os mais variados desequilíbrios apresentados (patologias), a saber: Fitoterapia (ervas), Terapia Floral (essências de flores), Oligoterapia (minerais ionizados), Nutrologia, produtos naturais e Trofoterapia (alimentação equilibrada), entre outras, todas naturais.
IRIDOLOGIA NO BRASIL
Como na América Latina, aqui, no Brasil, sempre houve iridologistas que exerciam suas atividades no seu consultório particular. Há referências de um médico, professor de anatomia que já falava sobre o assunto aos seus alunos.
Um iridologista de extremo saber, um dos pioneiros senão o primeiro iridologista do Brasil foi o professor Todorovic, que deixou o seu legado através do seu livro A Máquina Humana.
Outro pioneiro que escreveu sobre o assunto foi o Dr. Márcio Bontempo, através de seu livro As Bases Fundamentais do IridoDiagnóstico, em 1981.
Em 1986 Batello publica artigo sobre Iridologia na Revista de Homeopatia, que é indexada internacionalmente, fato este que aumenta a sua credibilidade à nível mundial.
O próprio autor escreveu em 1988, Iridologia - O que os olhos podem revelar. Em 1996, com a colaboração de vários autores, Ricardo Ghellman, Regina Valverde, Jorge Meneghello, Wu Tou Kwang, Nicole Christine Wender, Célia Mara Melo Garcia, Marilise Rossato Albuquerque Coelho, Antonio Evangelista Bueno e Valter de Oliveira Filho, organizou o livro Iridologia Total a uma abordagem multidisciplinar. Em 1997, juntamente com Clay Pareschi elaborou o primeiro mapa genuinamente brasileiro de Irisdiagnose.
Outra iridologista que deixou uma obra escrita é a Dr.ª Liane Beringhs, intitulada Via Saudável pela Iridologia em 1991.
Denny Johnson publica em 1992 O que o Olho Revela, em português.
Em 1996, Gilnei Belissimo lança o seu Mapa Nutricional em Iridologia.
Em 1996 foi criado o 1º Curso de Pós-Graduação em Iridologia-IrisDiagnose no Brasil e talvez um dos pioneiros do mundo, realizado pelo IBEHE, tendo como coordenador Celso Batello.
Em 1996, Celso Batello e Artenio Olivio Richter publicaram separadamente artigos sobre Iridologia na Revista de Oxidologia, que é, também, indexada internacionalmente.
Em 1998 Celso Batello participa de Mesa Redonda falando sobre Iridologia no IX Congresso Internacional de Oxidologia e Medicina Ortomolecular, inserindo a IrisDiagnos e em tão importante evento.
A Dr.ª Regina Valverde em parceria com Aureo Augusto também contribuiram com a obra Iridologia e Florais de Bach, e posteriormente a autora, com o livro Os olhos dos Deuses, em 1998.
O Prof. Gauer, o maior iridologista brasileiro, cientista, que escreveu e inovou a Iridologia com seu livro Através da Iridossomatologia em 1996, que presenteou o autor com o 1º livro da 1ª edição, fato este que muito honra o autor.
Estas pessoas só puderam escrever suas obras graças aos ensinamentos do Prof. Gurudev Sing Khalsa, pioneiro na prática e divulgação da IrisDiagnose no Brasil, bem como do Prof. Adalton Vilhena Stracci, que particularmente iniciou o autor nesta Ciência e Arte.
No Brasil está havendo uma verdadeira explosão da Iridologia e IrisDiagnose, contudo alguns fatos históricos devem ser colocados, como o I Congresso de Iridologia e Naturopatia, realizado em Friburgo, que contou com a presença de Denny Johnson e outros nomes importantes, onde foi criada a Associação Brasileira de Iridologia e Naturopatia, que publicou a primeira revista sobre o assunto.
Em 1992, criou-se a Associação Médica Brasileira de Iridologia, que realizou o I Congresso Brasileiro de Iridologia, em São Bernardo do Campo, que contou com a presença do maior iridologista vivo de todos os tempos, o Dr. Bernard Jensen.
Em 1994, realizou-se o II Congresso Brasileiro de Iridologia e I Congresso Internacional de Iridologia, que receberam o nome de Congresso Denny Johnson, em Santo André, donde saiu a criação da Associação Mundial de IrisDiagnose.
Em 1996, foi realizado em Valinhos o III Congresso Brasileiro de Iridologia e II Congresso Internacional de Iridologia, que recebeu o nome de Congresso Celso Batello.
Em 1998 Clodoaldo Pacheco faz curso na Itália e estabelece uma ponte de união entre ambos os países.
Em outubro de 1998 se realiza o IV Congresso Brasileiro de Iridologia, o Congresso Arnaldo Gauer, cujos frutos vão influenciar taxativamente a Iridologia e IrisDiagnose no Brasil e no resto do planeta. É o último congresso do milênio. O motivo de ser somente um congresso nacional se deve ao fato de se poder congregar num só evento tantos expoentes que a nação possui, para daqui, quem sabe, sair uma luz para a Iridologia de todos os lugares do planeta.
Em junho de 1998, Celso Batello faz palestra sobre Iridologia e Radicais Livres no Hospital da Clínicas, à convite da Disciplina de ginecologia da Faculdade de Medicina da USP.
Como já referido, existe no país uma gama imensa de iridologista de renome, que fazem seu trabalho de forma oral, divulgando este legado do Oiapoque ao Chuí.
Se este histórico acabasse aqui, se cometeria uma grande injustiça com as 3 pilares das chamadas práticas alternativas, entre elas a Iridologia e a IrisDiagnose que são Chawki Zaher, M. Matheus de Souza e Wu Tou Kwang, sem eles teria sido muito, mas muito mais difícil.
O autor solicita, para engrandecimento da obra, que os nomes eventualmente omitidos possam ser lembrados por outros colegas, e por justiça, serem inseridos na próxima edição